PRESENÇA ESPÍRITA

Plantamos e colhemos


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  • 15/05/2018 - 09h38

Muitas pessoas ficam impressionadas quando escutam que a plantação é facultativa, mas a colheita é obrigatória. Dizem até que é castigo Divino. Deus não castiga ninguém, Ele nos ama. “O que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles”. Essa é a Lei de Amor, a lei Divina que deve reger nossa existência e está escrita em nossa consciência.
Nem todos a compreendem. Aqueles que a entendem melhor são os homens de bem, que procuram praticá-la e nossa inteligência nos permite distinguir o bem do mal. As leis Divinas corrigem os nossos erros e excessos, e os benfeitores espirituais exemplificam essa afirmação: quando nos alimentamos em excesso, sentimo-nos mal e adoecemos.
Deus nos dá a justa medida do que necessitamos. A Lei de Deus é a mesma para todos. Se praticarmos o mal, não seremos poupados: plantamos o que desejamos, mas colheremos, inevitavelmente a mesma natureza daquilo que semeamos... Muitas vezes, plantamos hoje o que iremos colher em outra encarnação. Vamos receber o retorno dos nossos atos. Safra de amor ou de angústia e dor – depende apenas de nós mesmos, do nosso livre-arbítrio.
Existem aqueles que padecem terríveis necessidades, como também há aqueles que, desejando provar a própria resignação diante de Deus, reencarnam em condições difíceis e nos dando exemplos de fé e perseverança.
Todos aqueles que reencarnam recebem oportunidades de progresso, resgatando os males que cometeram. Temos ainda informações, através da mediunidade, que muitos espíritos pedem para virem nestas condições difíceis: uns paraplégicos, outros mudos e surdos, com total hidrocefalias, e no entanto , a vida está aí, ela continua... mas não estamos aqui para julgarmos ninguém. Todos terão oportunidades de progresso, na reencarnação e voltam, alguns, empreendendo a semeadura do bem, depois de atravessarem o terreno que cultivaram com as sementes da dor. Convivemos com pessoas amargas, que reclamam de tudo e de todos, que são ásperas, carrancudas e egoístas, que se dizem não precisar de ninguém – no futuro colherão estes frutos amargos que eles mesmos plantaram. Não cabe julgá-los, mas ampará-los com preces e vibrações, pedindo a Deus que os ilumine, para que possam arrepender-se, e quem sabe, modificar seu comportamento ainda nesta encarnação. Pensemos melhor, mas não vamos ferir o nosso irmão com frases mal empregadas, como: você está colhendo o que plantou! É muito triste ouvirmos desta maneira.
Sejamos mais benevolentes com o irmão: “Tudo passa, querido irmão, mas não esqueças que a semeadura é facultativa mas a colheita é obrigatória!”. E tudo ficar é bem!
Nosso querido Chico Xavier, recomenda: “Acendamos a luz, onde as trevas se adensem: articulemos a tolerância, ao pé da agressividade: envolvamos as farpas da cólera em algodão de brandura: conduzamos a paz por fonte viva sobre a discórdia, toda vez que a discórdia se faça incêndio destruidor. Você pode!
Aos queridos leitores e amigos, deixo o meu carinho e até terça-feira.

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