PONTOS MISTURADOS

Felizes são os pais que não tiveram, não têm e não terão filhos escravos das drogas


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  • 11/12/2018 - 15h24

tanto das lícitas[bebidas alcoólicas e cigarros, infelizmente], quanto e principalmente das ilícitas [crack,cocaína, merla, apocalipse, flakka, skank, maconha e outras]. Felizes os pais que puderam e podem ver e veem os filhos livres e independentes das drogas. Felizes os irmãos que não tiveram, não têm e não terão irmãos escravos das drogas. Felizes os avós que não tiveram, não têm e não terão netos escravos das drogas. Felizes dos tios, dos primos, dos amigos e dos conhecidos que não tiveram, não têm e não terão escravos das drogas sobrinhos, primos, amigos e conhecidos. Todos felizes, totalmente felizes, do começo ao fim da vida terrena, todos bem-aventurados. Seres humanos livres e independentes das escravidões das drogas e dos demais vícios possuem na vida tesouros e fortunas inigualáveis.
Infelizes estão, por outro lado, os pais que ainda têm filhos escravos das drogas. Infelizes estão os pais que veem dia a dia, semana a semana, mês a mês e ano a ano filhos escravos das drogas. Filhos que perdem o sentido da vida e de viverem, que perdem sonhos, objetivos e metas construtivas e promotoras da vida e da saúde do corpo, da emoção, da razão e do espírito. Filhos que perdem totalmente o amor, a fé e a esperança, enfim, essas e todas demais virtudes da vida e do viver na Terra. Filhos que, mergulhados nas drogas e por elas blindados, comandados, virados em escravos, mendigos, estraçalhados por dentro e por fora do corpo. Seres humanos dependentes das escravidões das drogas e dos demais vícios têm na vida infernos e passam-nos aos que deles e com eles fazem parte: familiares e parentes, amigos e conhecidos. Dão aos outros, dia e noite, o que têm: situações de mortes, tristezas atrozes e sofrimentos infernais.
Infelizes estão os pais que veem filhos que antes eram queridos, belos, fortes e saudáveis, simpáticos e altruístas, que se amavam, que amavam os pais, os familiares e os demais semelhantes, que amavam Deus e o reino de Deus, que tinham sonhos e ideais elevados, que enfrentavam sacrifícios e lutas da vida e pela vida, que eram bons de diálogos com os familiares e com todos os outros, e que agora, perdidos nas drogas, escravos das drogas, perderam e perdem cada dia mais, cada vez mais, a vida e a saúde corporal, emocional, mental e espiritual, transformando-se, cada vez mais, a cada dia que vem e passa, em seres feios, fracos, doentes, esqueléticos, antipáticos, egoístas, egocêntricos, entupidos de ódios e raivas,revoltas e invejas, preguiças e ócios, dependências desumanas, vergonhosas, totais.
Assim, infelizes estão os pais por verem os filhos carregados com as realidades que as escravidões das drogas sem piedade lhes dão e com elas lhes enforcam a vida e o viver, degolam-lhes os sonhos e os ideais, os estudos e as profissões, por verem os filhos atraindo, mais e mais, só os fatos piores que pensam, falam e fazem, pois os pensamentos, as palavras e as ações escravas deles atraem-lhes apenas pensamentos, palavras e ações semelhantes. Infelizes estão os pais por verem os filhos com vinte anos, trinta anos, quarenta anos ou mais nos corpos, mas dentro dos corpos deles as dependências e imaturidades próprias de crianças ou de adolescentes imaturos. Infelizes estão os pais por verem os filhos como que em furacões de causas e efeitos tenebrosos, envoltos em trevas e mortes sem fim, carregados de energias eletromagnéticas negativas, destrutivas, fatais, trevosas, infernais. Enfim, infelizes por não os verem com vida e saúde, cidadãos realizados e felizes, com sonhos e ideais, mas drogados, mendigos, contentando-se com as migalhas do mundo, doentes, com uma hora ou menos fora da UTI e com vinte e três horas ou mais dentro da UTI, jogando fora, dia a dia, como se fossem lixos, todas as oportunidades de evolução corporal, emocional, racional e espiritual.

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