POLICIAL

Réu é condenado a 18 anos por homicídio qualificado ocorrido em outubro de 2016


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  • 23/08/2018 - 10h33
Julgamento foi presidido pelo juiz Márcio Roberto Müller que ouviu o depoimento do réu Enedir Cabral (Paula Kroth/AT)

Nesta quarta-feira, 22, ocorreu o júri de Enedir Antunes Cabral. O júri teve como juiz Márcio Müller, promotor Gustavo Fava Ferrari, assistente de acusação Camponor Saraiva Obregon e defensor Bruno Cerejo.
Enedir Antunes Cabral foi condenado a 18 anos de reclusão em regime fechado por homicídio qualificado, motivo fútil. O fato ocorreu no dia 19 de outubro de 2016, onde ele matou com um golpe de faca a vítima Mauro Clademir Pascotini da Silva Junior. O fato ocorreu no residencial Jardim.
Na época, em matéria divulgada no jornal A Tribuna, há o relato de um familiar da vítima que afirma que no dia do crime, Cabral estacionou a motocicleta em frente a casa da vítima, que estava com o filho de apenas quatro meses no colo.
Cabral teria descido, iniciado uma discussão que foi breve e então ele sacou de uma faca e acertou Mauro.
O atingido ainda conseguiu passar a criança para a mulher e caminhou alguns metros pedindo socorro, quando caiu. Ele foi colocado num veículo e levado ao Hospital Santo Ângelo, onde chegou sem vida.
Na época a polícia divulgou as versões do réu e da família da vítima. O acusado também disse que o motivo da discussão foi a compra e venda de um terreno, que ele havia negociado com a vítima. A família de Mauro alega que Cabral havia invadido um terreno pertencente a avó do morto e localizado no bairro Meller Norte.
A família da vítima realizou manifestação em frente ao Fórum durante o julgamento pedindo por justiça.

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