GERAL

Santo Ângelo está em estado de alerta devido a casos suspeitos de dengue


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  • 03/03/2019 - 11h00
Aplicação de inseticida é feita no entorno da residência de casos suspeitos da doença (Divulgação)

A coordenadora da Vigilância Ambiental de Santo Ângelo, Selenir Arruda, destacou que o município se encontra em estado de alerta devido ao mosquito Aedes aegypti. A equipe está intensificando as ações de fiscalização e segundo a coordenadora tem casos suspeitos no município, e elevado número de focos, além disso é um período em que as pessoas que viajaram para outros estados, estão retornando das férias.
Selenir também alerta que muitas pessoas com manchas avermelhadas no corpo e febre alta, acabam ficando em casa esperando os sintomas passarem, pois são parecidos com os sintomas da gripe, essas pessoas devem procurar uma unidade de saúde. “Atualmente são três casos suspeitos com notificação, mas muito mais pessoas apresentando manchas avermelhadas no corpo e febre alta”, alerta.
Conforme a coordenadora, a partir da notificação as equipes realizam o bloqueio de casos no raio de 500m da residência do caso suspeito. Selenir afirma que os casos suspeitos são do centro, bairro Dido e Menges. Também já tem duas confirmações de casos de dengue importada, no bairro Menges e no Centro.“São pessoas que vieram de outros estados uma do Tocantins e um da Bahia. Agora já estão bem de saúde”, fala.

FOCOS
Durante as fiscalizações a equipe da Vigilância Ambiental está encontrando um grande número de focos. “Altíssimo número de vasilhas com água parada cheio de larvas nos imóveis e a equipe faz trabalho de orientação e conscientização, mas mesmo assim os moradores estão descuidando e deixando muitas vasilhas com água parada, piscina sem tratamento correto e jogando vasilhas em terrenos baldios”, relata Selenir e complementa. “Pedimos encarecidamente a ajuda dos moradores para o combate ao Aedes aegypti para evitar uma epidemia de dengue, zika ou chikungunya”.

LIRAa
Em relação ao Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa), Selenir explica que conforme o cronograma, deveria ter iniciado nesta segunda, 25, mas não foi possível devido a chuva. “Como deve ser cinco dias consecutivos de LIRAa, na próxima semana tem feriado de Carnaval. Então em conversa com a equipe da 12ª Coordenadoria Regional de Saúde, que é eles que determinam, ficou para ser feito do dia 11 ao dia 15 de março”, fala.
A metodologia do LIRAa permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros, por região. Os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya, em especial nas cidades em risco e em alerta.

 

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