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Interfast já está operando no parque industrial


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  • 31/01/2019 - 15h29
Germano e Claudio Stein já estão atendendo os produtores na unidade localizada no parque industrial de Santo Ângelo (Cristiano Devicari/AT)

Com 30 anos de atuação no ramo do agronegócio, a Interfast Transporte, Logística e Armazenamento, empresa de origem em Minas Gerais, já está atuando nas antigas instalações da Cotrisa no parque industrial de Santo Ângelo. Os empresários Cláudio Stein Pena e Germano Stein Pena são os responsáveis pela empresa.
A sede da empresa está localizada em Uberlândia (MG), fundada por Claudio e o irmão Carlos Otávio. Também integra o grupo a Integran, que também está se instalando em Santo Ângelo e atua com o fornecimento de grãos de milho, soja e sorgo.
Além dos investimentos em Santo Ângelo, o grupo está instalando uma nova unidade em Goiás e planejando a instalação de outra filial em Querência no Mato Grosso.
A chegada da Interfast em Santo Ângelo ocorreu através de uma comercialização de milho feita à Cotrisa em 2008. Devido a problemas climáticos, a safra foi fraca na região e a cooperativa comprou milho da empresa mineira. Infelizmente a Cotrisa enfrentou problemas financeiros e não pode honrar o compromisso. “Não tivemos outra alternativa a não ser entrar com ações de cobrança, o que se arrastou e em 2014 fizemos um acordo para que parte do débito fosse quitado com essa área do parque industrial”, conta Claudio.
Depois disso, a Interfast chegou a alugar o espaço para a própria Cotrisa. Entretanto, após uma longa negociação, em agosto do ano passado os mineiros assumiram de vez a unidade, que foi remodelada, com instalação de um moderno laboratório de análises e entrou em operação no início deste ano, já operando na compra e armazenamento de milho.
Germano destaca que o escritório também fica no parque industrial e está aberto à visitação dos produtores. Além disso, o telefone (55) 98465-6633 está colocado à disposição para que sejam prestadas informações sobre as atividades. Ele ainda frisa que são dois graneleiros, um com 35 mil toneladas de capacidade e o segundo, dividido em células, com mais 25 mil toneladas de capacidade.
Claudio ressalta que a Interfast tem tido uma grande receptividade dos missioneiros e que a região é promissora para a comercialização de grãos. “Vemos com bons olhos a oportunidade de trabalhar direto com o produtor, intermediando com as indústrias e ‘trades’ do mercado internacional”, comentou, citando a relação do grupo com empresas consolidadas como Bunge e Cargill. “Buscamos dar suporte ao produtor rural, com as melhores condições de mercado e pontualidade financeira. Essa é uma “receita de sucesso”, que já aplicamos a 30 anos em Minas Gerais, São Paulo e Goiás, e que agora será aqui no Rio Grande do Sul”, observou.

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