Previsão da RGE e RGE Sul é de que junho concentre semanas de chuvas intensas

 

 O Centro de Operações Integrado (COI) da Rio Grande Energia (RGE) está em alerta e com um planejamento de ações emergenciais caso a previsão do tempo para o mês de junho se confirme. De acordo com o estudo climático mensal realizado por um instituto privado, a pedido da distribuidora do Grupo CPFL Energia, o sexto mês do ano deverá ter dois longos períodos chuvosos que atingirão a área de concessão da RGE e da RGE Sul no Estado.   

 O estudo aponta que mesmo com a temperatura do Oceano Pacífico acima da média, o cenário ainda é de neutralidade. No Atlântico Sul, a temperatura está mais quente, especialmente entre o litoral Norte da Argentina e o litoral de São Paulo. Um pouco mais para o meio do oceano, entretanto, as águas estão mais frias e favorecem o deslocamento de massas de ar frias nas próximas semana.

 De acordo com os modelos oceânicos, a probabilidade para os próximos meses é da manutenção de um cenário de neutralidade, o que poderá provocar, pelos próximos dois meses, um volume acentuado de chuva.

 Com objetivo de manter a qualidade do fornecimento de energia aos seus clientes, a RGE e a RGE Sul estarão mobilizadas para atender às possíveis ocorrências e restabelecer o serviço o mais breve possível em caso de temporais. Para agilizar os atendimentos os clientes podem avisar as empresas sobre a falta de energia pelo SMS Center.

 Para isso, basta enviar a palavra LUZ e o “Seu Código”, disponível na fatura de energia, para o número 27350. O serviço é gratuito.

Para utilizar o serviço é necessário se cadastrar no SMS Center enviando a palavra IN e o “Seu Código” para o mesmo número.

 

PREVISÃO:

 

 

DEFESA CIVIL

O subchefe da Defesa Civil, Jarbas Ávila, alertou nesta quarta-feira (31) que o índice de chuvas deve aumentar nos próximos três meses no Rio Grande do Sul. O prognóstico climático entregue pela Secretaria do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável foi citado pelo tenente-coronel em entrevista ao programa Governo em Rede, com participação do chefe da Divisão de Relações Comunitárias, Marcelo Santos. "O estudo indica aumento tanto no índice das chuvas quanto na temperatura. Apesar de ainda não podermos afirmar que estamos sob efeito do El Niño, observamos um direcionamento para que este fenômeno ocorra", sinalizou.

 

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