Em alta, Grohe brinca com amigo e rival Victor: 'Deixa a seleção pra mim'

 

Que o técnico Dunga não chame o goleiro Victor, do Atlético-MG, se continuar convocando o gremista Marcelo Grohe, presente no grupo da seleção brasileira nos amistosos contra Japão e Argentina, em outubro deste ano.

Grohe não suporta mais o ex-concorrente de posição. "Dividi por quatro anos o mesmo quarto na concentração, aturando...", desabafa.

 

A insatisfação do melhor goleiro do Campeonato Brasileiro 2014 pela Bola de Prata, claro, não é verdadeira, apesar dele ter sido obrigado a conviver como reserva de Victor entre 2008 e 2012, no Grêmio.

 

"É uma amizade que dura até hoje, aprendi muito com ele, é um amigo que fiz no futebol. Construímos uma amizade legal, um respeito acima de tudo. Apesar de estarmos ali brigando pela mesma posição, sempre mantivemos um respeito", afirma Grohe.

 

Por coincidência do destino, ao receber a Bola de Prata de 2014, o gaúcho de Campo Bom se tornou o segundo goleiro da história a ser premiado pelo Tricolor do Rio Grande do Sul. O primeiro foi Victor.

 

O caminho de ambos deve voltar a se encontrar durante o ano que vem, na seleção. Victor não foi mais convocado depois da Copa do Mundo de 2014, mas pode voltar ao foco no início do ano que vem, com a disputa da Libertadores, torneio durante o qual foi ‘santificado' na campanha do título de 2013, com o Atlético.

 

Sendo possível estarem os dois a serviço da amarelinha, por Grohe, tudo bem. Mas o gremista faz um apelo ao amigo.

 

"Victor é um dos melhores goleiros do futebol brasileiro. Hoje, estamos brigando pelo mesmo espaço na seleção, como era no Grêmio, cada um brigando por seu pão, por seu espaço. Se a gente pudesse ir junto pra seleção, seria maravilhoso, já falei isso pra ele, quem sabe um dia a gente vá junto. Porém, ele já foi muitas vezes, foi pra Copa do Mundo...Agora, podia deixar pra mim", brinca.

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